2017

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

CARAVELLI - BUTTERFLY (1971) REPOST

A orquestra Caravelli é mais uma das grandes orquestras francesas, que surgiu no final da década dos anos 1960, em uma época que predominou o gosto por orquestras, criando o estilo “Easy Listening”. 

Seu arranjador era o maestro, compositor e arranjador Claude Vasori, nascido em Paris, no dia 12 de setembro de 1930, filho de um pai italiano e mãe francesa. Aos sete anos de idade iniciou na música, com ajuda de sua mãe, que o ensinou a tocar piano, vocalizar e harmonizar as canções.

Aos 13 anos de idade começou a frequentar o Conservatório de Paris. Aos 20 anos trabalhou em turismo, acompanhando cantores ao piano. Finalmente aos 26 anos iniciou a sua carreira de maestro de orquestra.


Na década de 1960 iniciou a trajetória de sucesso da Orquestra Caravelli. Sua característica principal era a execução de arranjos orquestrados da música popular que estava nas paradas de sucesso, independente da sua origem, da mesma forma que faziam as  outras orquestras francesas, tais como Franck Pourcel, Paul Mauriat e Raymond Lefreve. 

O destaque dessa orquestra foi a predominância de violinos harmoniosos e o tom melodioso dos arranjos, se assemelhando a Orquestra de Franck Pourcel. Sua discografia é vasta, composta de dezenas de álbuns, muitos já postados na internet, inclusive aqui no blog LaPLayaMusic Oldies.

O álbum desta repostagem tem como título homônimo a canção Butterfly, do francês Danyel Gérard. Foi lançado no Brasil em 1971, pela gravadora CBS, pelo selo Epic, juntamente com o álbum "She's a Lady". 

Desse disco destaco três músicas da dupla "Simon and Garfunkel", sucesso da época, com as músicas Mrs RobinsonThe Boxer e Sound of Silence, sem contar a música francesa título do disco.

A ótima seleção é composta das seguintes faixas:

1. Butterfly; 
2. Mamie Blue; 
3. Mets ta main dans la main; 
4. Sound of silence; 
5. On laisse toujors quelqu'un derriere soi; 
6. Au temps du cinema muet; 
7. The foul; 
8. Je t'aime je t'aime; 
9. The boxer; 
10. Jesus; 
11. Me voy muy lejos; 
12. Mrs. Robinson.

















 Versão Alternativa








Claude Vasori (Caravelli)

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quinta-feira, 24 de maio de 2018

DUDU FRANÇA - FESTA PRONTA (1997)

Depois que já tinha pesquisado, organizado e montado a postagem, fui descobrir que o Chico postou esse mesmo álbum, no dia 28 de março de 2018, no blog SintoniaMusikal. Para não perder o que tinha realizado, estou repostando e quero ressaltar que não é o material do Blog SintoniaMusikal. Espero que o amigo Chico não fique chateado. Em todo caso incluí o link do blog dele.

Dudu França ou Eduardo França, nomes artísticos de José Eduardo França Pontes, é um músico, cantor e compositor brasileiro. Ele nasceu e cresceu no bairro de Pinheiros, São Paulo.

Tendo estudado engenharia, arquitetura e publicidade, sempre conjugou os estudos tradicionais com o aprendizado musical, tendo estudado piano, violão, flauta, bateria e orquestração.

O músico Marcos Maynard, que foi membro do grupo “Lee Jackson”, que fez sucesso nos anos 1970, em depoimento, relembra a história dos grupos de Jovem Guarda "Colt 45" e "Memphis", nos quais Dudu França participou como baterista e cantor:

Era o fim da década de 1960 e os Beatles trouxeram em suas canções uma revolução cultural e de comportamento. Interessados em montar um conjunto musical, Marcos Maynard e seu primo Can (Antonio Carlos Macedo) convidaram Zeca (Zacarias José da Conceição) para passar férias com eles em Itanhaém, no litoral Sul de São Paulo, onde combinaram criar uma banda.

Da bossa nova em moda na época migraram para o rock, momento em que Dudu França estava tocando bateria. “Fomos então até a casa do Dudu, em Pinheiros (bairro da Zona Oeste de São Paulo) e pela primeira vez vimos uma bateria. Era uma Gope amarela. Que coisa mais linda! Aí o Dudu mostrou que era bom na bateria e no violão também. Foi convidado e aceitou fazer parte da nossa banda. Eu era cantor e guitarrista-base, o Dudu, baterista, o Can, guitarrista-solo e o Zeca era nosso contrabaixista”, relembra Maynard.

A banda estava formada, mas as condições técnicas do grupo eram precaríssimas. Havia um microfone muito ruim amarrado a um cabo de vassoura, que era o pedestal.

Os primeiros amplificadores foram comprados na loja Pirani, no bairro do Brás, em são Paulo e foram pagos em 24 prestações, tendo o tio do Maynard (Carlos) como o heroico avalista.

“A primeira denominação da banda foi Bumbles Bees, que foi logo descartada, pois o principal apresentador da televisão da época, Julio Rosember (lider de audiência com seu programa musical “Na Crista da Onda”), não conseguia pronunciar direito o nome do grupo. Estreamos no programa cantando a canção Yellow Submarine e logo depois mudamos o nome do grupo para Colt 45.”

Em 1967, gravaram uma ‘demo’ com duas canções, de um lado, Poor Side of Town, com a voz de Dudu França, e no verso Maynard cantando, Don't Bring Me Down. “Mas só tenho o lado que eu gravei. Um dia fui limpar o acetato e, acidentalmente desgravei o lado do Dudu.”

Um dia, um maestro amigo de seu pai assistiu os ensaios da banda e disse ao professor Alceu que o cantor deveria ser o Dudu. Imediatamente, Maynard passou a ser a segunda voz do grupo.
“Achamos que deveríamos ter um órgão na banda”. Meu primo disse que poderia tocar. Compramos um Diatrom, que era o máximo. Foi quando conhecemos um guitarrista chamado Xilo. Estreamos com ele no Clube Círculo Militar, numa domingueira.

Nesta fase, o grupo foi contratado por Abelardo Figueiredo (diretor musical do Beco, principal casa de espetáculos de São Paulo, nos anos 1960) para substituir o grupo “Beat Boys” (conjunto argentino que fazia muito sucesso na época).

“O Abelardo achava que o Dudu, que era o cantor da banda, não devia ficar na bateria. Queria que ele ficasse à frente da banda. Concordamos com ele, contratamos outro baterista e com ele fomos fazer no canal 13 o programa Pernas, a Hora e a Vez, produzido pelo Abelardo e cujas estrelas eram Aizita Nascimento e Norma Bengell.

O programa era ao vivo e em nossa primeira apresentação houve um problema. Ao final do nosso número, o baterista ao invés de ir abaixando o som, como havíamos ensaiado, iniciou um longo solo de bateria. O Abelardo mandou demitir o músico e o Dudu, no mesmo dia, voltou para a bateria”.

As músicas de Johnny Rivers faziam muito sucesso e compunham o repertório do Colt 45. Quando ele veio se apresentar em São Paulo, numa festa ficou conhecendo os integrantes da banda e ensinou-os a tocar Summer Rain, uma canção de seu novo disco que ainda não havia sido lançado.

“Lembro que nós cantávamos esta música antes dela ser conhecida no Brasil. No nosso repertório incluíamos também Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones, em italiano.

O Dudu França foi o primeiro cantor a interpretar essa música no Brasil, no programa "Os Incríveis" (banda), e o sucesso foi tão grande que eles gravaram a música em português, tornando-se o maior sucesso da carreira deles.

O Colt 45 se apresentava em todos os programas de televisão e Roberto Carlos comandava, na TV Record, o mais exitoso de todos os programas, “Jovem Guarda”, que era dominical e ao vivo.

“Fomos apresentados como os novos amigos de Roberto Carlos, e lá no programa foi cantado a música Nobody But Me. Nesta mesma época, um amigo de meu pai, Brás Bacarin, convidou-nos para gravar um compacto simples, na gravadora Chantecler, no ano de 1967, com as músicas: I've Been Loving You Too Long e Gimme Some Lovin´. Foi gravado apenas esse disco e logo em seguida a banda acabou”.

Um detalhe curioso ocorreu com o Colt 45. A banda nunca havia tocado nos clubes Pinheiros e nem no Paulistano e seus integrantes não sabiam o motivo porque não eram convidados para se apresentar nestes clubes. Um dia, Maynard conversando com Polé (campeão pan- americano e o melhor jogador de pólo aquático que o Pinheiros teve em todos os tempos), pediu que ele intercedesse junto ao diretor social do clube.

Foi quando Polé, revoltado, descobriu que a banda não tinha espaço no Pinheiros porque o Zeca era negro e havia preconceito racial no clube. Por imposição do atleta, o Colt 45 passou a tocar no Pinheiros e, em seguida, no Paulistano.

Com o fim do conjunto Colt 45, o jovem Dudu França e o menino Marcão (como já era conhecido Marcos Maynard nas febris rodas do rock paulistano) convidaram Nescau (Marco Antonio F. Cardoso - baixista), Cláudio Callia (tecladista), Niccoli (Alberto Niccoli Jr.- baterista) e Xilo (Juvir M. Moretti - guitarrista) para formar outra banda de rock. Assim nasceu o Memphis, que em 1968 estreou no Clube Militar e Dudu era o cantor e Maynard, guitarrista.

“Eu já era amigo do Seu Alfredo (Alfredo Santos Filho, diretor social do Clube Círculo Militar) e consegui que ele nos convidasse para tocar nas famosas e concorridas domingueiras do clube. Foi lá que fomos descobertos pelo Cesar Benvenutti, o grande produtor na época de música jovem em Inglês.

Ele nos levou a um estúdio e começamos a gravar compactos simples para um selo chamado “Mammuth”. Foram gravados vários discos com diferentes nomes de bandas, tais como, “Joe Bridges”, “Kris Kringle”, “Beach Band”, “Baby Joe”, entre outros. Foi quando o Toninho Paladino nos levou para a gravadora RGE, onde finalmente a banda gravou (usando seu próprio nome) a música Sweet Daisy, em compacto simples.”

Antes das gravações com Cesare, o organista Callia saiu da banda e Maynard, em apenas uma semana, aprendeu os primeiros acordes do instrumento para substituí-lo num grande show que seria realizado no Clube Pinheiros, com a participação das cinco principais bandas de rock em inglês de São Paulo. No lugar de Callia, para as sessões de gravação de Sweet Daisy, entrou Otávio Augusto, que ficaria famoso em carreira-solo como Pete Dunaway.

“Mas eu não estava satisfeito com o esquema do Memphis, diz Maynard. “As namoradas atrapalhavam nossa carreira e resolvi sair da banda”. Havíamos gravado também com o nome de "Lee Jackson". Aí eu disse aos integrantes da banda que queria ficar com o nome, pois tentaria formar outro conjunto, já que a música Oh, Oh, La, La, La estava tocando muito nas rádios.”

Com a onda da ‘disco music’, a porta dos clubes se fechou para os conjuntos. Dudu França então procurou outros caminhos indo para a carreira solo como cantor de discoteca.

Descoberto pelo produtor artístico Carlos Imperial, começou a fazer sucesso no no final dos anos 1970 e início dos 1980, intensificando sua carreira nos mercados latino-americanos.

Muitas de suas músicas viraram faixas de trilhas de novelas da televisão. Seu primeiro grande hit, foi em 1978, quando a música Grilo na Cuca estourou em todas as rádios e foi incluída na trilha da novela “Marrom Glacê”. Também freqüentava o programa de auditório de Carlos Imperial, chamado de "Os Embalos de Sábado".

No início dos anos 1980, Dudu ainda emplacaria muitos hits, tais como, Eu e ela e Fim de Semana, Geração saúde, Me leva e Foge comigo . Em 1982, ele foi o grande vencedor do Festival Internacional de La Cancion de Viña Del Mar, com a música Dime, amor, composta por ele e por Morris Albert, autor da canção Feelings.

Considerado "rei da geração saúde" nos anos 1980, Dudu também foi conhecido apresentador de TV: Apresentou um quadro do programa “Globo de Ouro”, chamado “Geração 80”, na TV Globo.

Entre 1981 e 1985, ele foi um dos apresentadores do programa de auditório para jovens "Vamos Nessa", na TV SBT. Em cada programa uma cantora apresentava junto com Dudu, e a cantora Cláudia Telles foi a primeira delas. A música-tema do programa acabou virando hit também, sendo executada nas pistas de dança. Também passou a atuar como ator na TV SBT.

Na sequência da sua carreira, virou compositor e produtor de jingles de sucesso, na área publicitária.

(Fonte: wikipedia 24/mai/2018)

Nesta postagem, apresentamos o álbum “Festa Pronta, lançada em 1997, pela gravadora Fieldzz Discos, contendo releituras de grandes sucessos dos anos 1960 e 1970. O grande destaque deste disco é a qualidade da interpretação dessas canções, mostrando todo o talento vocal do cantor Dudu França. Vale a pena ouvir. É show...

As canções que compõem a seleção são as seguintes:

1. Medley: You’ve lost that loving feeling / Twist and shout / La bamba / Footloose;
2. My pledge of love / I’ve been hurt;
3. Yellow river;
4. Long train running;
5. Mrs. Robinson;
6. I’m a believer;
7. Memphis;
8. Judy in disguise;
9. Secret agent man;
10. Sunny;
11. Call me;
12. The more I see you;
13. There’s a kind of hush;
14. Can’t take eyes off of you;
15. It’s too late;
16. Proud Mary;
17. Natal medley: We wish you a merry Christmas / Jingle bells.

























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terça-feira, 22 de maio de 2018

ON THE ROAD AGAIN - 100 QUILÔMETROS DE MÚSICA - MEMORIES (1994)

Para quem gostou, mais uma coletânea da gravadora Polygram, lançada no Brasil, em 1994, pelo selo Mercury.

O sucesso comercial da série "On The Road", lançada em 1989, foi tão boa, que a gravadora Polygram lançou, em 1994, uma nova edição da série, denominada "On The Road Again", incluindo autores que surgiram nos cinco anos transcorridos após a série original. 

Entretanto, a teimosia continuava, no quesito de incluir poucas músicas. Nesta edição da postagem, o disco tem apenas 13 músicas, a seguir listadas:

1. Can't help falling in love (The Stylistics);
2. Na na hey hey kiss him (Steam);
3. For once in my life (Stevie Wonder);
4. The more I see you (Chris Montez);
5. I hear You now (Jon & Vangelis);
6. Smoke gets in your eyes (The Platters);
7. Reach out and touch - Somebody' hand (Diana Ross);
8. Ben (Michael Jackson);
9. Babe (Styx);
10. Reflections of my life (Marmalade);
11. Lady lady lady (Joe Esposito);
12. What's going on (Marvin Gaye);
13. You've lost that lovin' feelin' (The Righteous Brothers).




















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segunda-feira, 21 de maio de 2018

FAUSTO PAPETTI - 23ª RACCOLTA (1976)

Nesta postagem, apresentamos o álbum instrumental "Fausto Papetti - 23ª Raccolta", lançado na Itália em 1976 e em diversos países, pela gravadora Durium. Para maiores detalhes sobre a biografia de Fausto Papetti, veja nossas postagens anteriores.

O resgate desse disco só foi possível graças a doação solitária do amigo Eldo Bastos, que gentilmente cedeu vários álbuns para o blog LaPlayaMusic, que aos poucos vão sendo postados. 

A música de Fausto Papetti, tem como base a virtuose e a elegância do saxofone, aplicado em músicas consagradas pelas paradas de sucesso. Outra característica dos seus álbuns, está em suas capas, com destaques para lindas modelos nuas. Em alguns países, mais conservadores, essas capas foram proibidas ou receberam tarjas pretas nas partes mais intimas das mulheres modelos.

A seleção musical deste disco é composta das seguintes canções instrumentais:

1. Angela;
2. Moonlight in Vermont;
3. Wow;
4. Dimenticare Lisa;
5. Queridinha;
6. Non sai fare l'amore;
7. Nuges;
8. what a wonderful world;
9. Daddy cool;
10. Tema di Nadia;
11. Troubles maker;
12. Tema di Adriana.





      Capa (Front Cover) - Edição Italy - 1976





      Contra Capa (Back Cover) - Edição Italy - 1976





     Contra Capa (Back Cover) - Edição Portugal - 1977




   Encarte 1 (Inside 1) - Edição Italy - 1976





  Encarte 2 (Inside 2) - Edição Italy - 1976




  Selo (Label) - Edição Italy- 1977





 Selo (Label) - Edição Portugal - 1977




K7 - Edição Arabia Saudita - 1977





K7 - Edição Italy - 1976



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ON THE ROAD - 100 QUILÔMETROS DE MÚSICA - MEMORIES 1 (1989)

Em minha última viagem a trabalho, na cidade em que estive, visitei uma loja de livros e discos usados. Lá eu encontrei mais um volume da série "On The Road - 100 Quilômetros de Música", lançada no Brasil em 1989, pela gravadora Polygram, pelo selo Mercury.

Desta vez, encontrei o álbum Memories 1 e foi oportuno, pois já tinha postado aqui no blog, o volume 2 (Ver postagem do dia 13/nov/2017)

A coleção "On The Road - 100 Quilômetros de Música", é composta por vários álbuns, retratando estilos diversos, tais como: Rock, Samba, Anos 80, MPB, Romântico, Bossa Nova, Jazz, Instrumental, Pop, Surf, entre outros. 

A concepção da coleção era ouvi-los enquanto se estava dentro de um veículo, na estrada ou cidade. Na época, os discos eram vendidos tanto separadamente, quanto em formato box.  

A seleção de músicas dessa coleção era ótima. O único pecado, que era padrão das gravadoras naquela época, era incluir poucas músicas em um disco formato Compact Disc - Cd. Queriam que o consumidor aceitasse receber apenas 12 músicas, como era comum nos Lps. É claro, que o tempo mostrou como eles estavam equivocados.


As músicas que compõem esse disco são as seguintes:

1. Deborah (Jon & Vangelis);
2. Just the way you are (Barry White);
3. Here we are (Voggue);
4. I should have know better (Jim Diamond);
5. Lughter in the rain (Neil Sedaka);
6. San Francisco nights (Eric Burdon & The Animals);
7. Love so right (Bee Gees);
8. You and I (Eddie Rabbit & Crystal Gayle);
9. Runaway (10 CC);
10. Special lady (Ray, Goodman & Brown);
11. Baby come back (Player);
12. Winchester cathedral (The New Vaudeville Band)













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ON THE ROAD

100 QUILÔMETROS DE MUSICA - MEMORIES 1

POLYGRAM / MERCURY - BRASIL 1989






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domingo, 20 de maio de 2018

POLYGRAM SPECIAL MARKET - VARIOUS ARTISTS (1994)

Nos anos 1990, era comum a existência de várias revistas dedicadas a música e equipamentos de áudio. Aqui no Brasil, costuma ler as revistas Som Três, Pop, Bizz, entre outras, enquanto que de revistas estrangeiras eu lia CD Review, Records Collectors, Mojo, CD Classics, Rolling Stone, entre outras. Bons tempos aqueles...

Nesta postagem, aproveito para apresentar um inédito álbum promocional que foi ofertado, por meio de um cupom, em 1994, pela revista americana CD Review. Trata-se do raro disco, em formato box, intitulado "Polygram Special Market, que tinha como objetivo divulgar o cast pop da gravadora Polygram e não estava disponível para venda.

A seleção do disco é composto por 19 músicas , sendo:

1. Every heartbeat (Amy Grant);
2. If I ever lose my faith in you (Sting);
3. Mysterious ways (U2);
4. Jammi'n (Bob Marley);
5. Save the best for last (Vanessa Williams);
6. Everybody wants to rule the world (Tears For Fears);
7. Achy breaky heart (Billy Ray Cyrus);
8. Eighteen wheels and a dozen roses (Kathy Mattea);
9. Shoop (Salt 'N' Pepa);
10. It's so hard to say goodbye - To yesterday (Boyz II Men);
11. Endless love (Diana Ross & Lionel Richie);
12. What's going on (Marvin Gaye);
13. Overture from Mozart's "The marriage of Figaro" (Metropolitan Opera Orchestra);
14. Nessun dorma from Puccini's "Turandot" (Luciano Pavarotti);
15. Amazing grace (Jessye Normam);
16. Satin doll (Ella Fitzgerald);
17. Girl from Ipanema (Stan Getz & Astrud Gilberto);
18. Night's in white satin (The Moody Blues);
19. I got you - I feel good (James Brown).




























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quarta-feira, 16 de maio de 2018

HAPPY DAYS - VÁRIOS (2003)

Para quem gosta de compilações, o álbum desta postagem apresenta uma seleção de canções do final dos anos 1950 a 1970. Esta coletânea foi lançada em 2003, pela gravadora Som Livre, com selo Boomerang.

Segundo consta nas informações do disco, o critério para a seleção seguiu o resgate de canções que fizeram parte das paradas desse período. É claro que esse repertório não agrada a todos. Mas se fizéssemos a nossa seleção, certamente o projeto seria outro. Eu provavelmente não incluiria a canção Mambo nº 5, já que a compilação não é de orquestras.

A seguir a lista das canções e respectivos intérpretes escolhidos para esse álbum:

1. Vênus (Shocking Blue);
2. Yellow River (Christie);
3. I've been hurt (Bill Deal & The Rhondels);
4. I'm so happy (Trio Galleta);
5. That's what I want (The Square Set);
6. Get ready (Rare Earth);
7. My pledge of love (Joe Jeffrey Group);
8. Na na hey hey - Kiss him goodbye (Steam);
9. Sugar sugar (The Archies);
10. See you in september (The Happenings);
11. Hit the road Jack (Buster Poindexter);
12. Mambo nº 5 (Xavier Cugat);
13. Tequila (The Champs);
14. Oh! Pretty Woman (Roy Orbison).















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