2016

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domingo, 19 de março de 2017

MORRE CHUCK BERRY - AOS 90 ANOS - 2017

Morre Chuck Berry, aos 90 anos, informou o departamento policial do condado de Saint Charles, em Missouri (EUA).

"O Departamento Policial do condado de Saint Charles tristemente confirma a morte de Charles Edward Anderson Berry, mais conhecido como o lendário músico Chuck Berry", assinala o comunicado. Os agentes receberam um alerta de emergência às 12h40, hora local (às 14h40, horário de Brasília) na rua Buckner.

Na casa, os trabalhadores dos serviços de emergência acharam um homem inconsciente e, apesar de ter tentado reanimá-lo, não puderam fazer nada por sua vida. O óbito foi certificado às 13h26, hora local (15h26, horário de Brasília).

Charles Edward Anderson Berry nasceu em 1926, em San Luis (EUA). Sua mãe era professora e seu pai, empreiteiro e pastor evangélico. Desde pequeno, gostou de blues e, no começo da década de 50, arrancou em sua carreira profissional.

Da fonte de sua guitarra pioneira beberam os maiores nomes do rock. Grupos como The Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin ou AC/DC admitiram abertamente que Berry, um dos pais do rock and roll, foi uma de suas referências.

O artista foi um dos fundadores do rock graças ao tema Maybellene, lançado em 1955. Na verdade, em sua biografia do Salão da Fama do Rock, pode-se ler: “Depois de Elvis Presley, só Chuck Berry teve mais influência na hora de dar forma e desenvolver o rock and roll”.

Coincidindo com seus 90 anos, o cantor anunciou em outubro do ano passado seu primeiro disco com material inédito desde 1979. O disco de estúdio, chamado Chuck, está composto por novas canções originais escritas, gravadas e produzidas pelo músico.

“Este disco é dedicado à minha amada Toddy”, explicava o cantor referindo-se à esposa, Themetta Berry, com quem estava casado há 68 anos. “Meu amor, estou envelhecendo. Trabalhei muito tempo neste disco. Agora posso pendurar a chuteira”, acrescentou.

Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/03/18/cultura/1489875834_844275.html




Nascimento18 de outubro de 1926, St. Louis, Missouri, EUA
Falecimento18 de março de 2017


sábado, 18 de março de 2017

OS TERRÍVEIS - BARRA LIMPA - 1967 - REPOST

Atendendo aos amigos do blog, Carlos Santos do blog "Musicas dos Anos 60" e Miguel Rodrigues, reapresento o álbum "Barra Limpa", da banda brasileira Os Terríveis, grupo que atuou no movimento Jovem Guarda. 

Os Terríveis foi um grupo formado em Recife, Pernambuco, que foi para a cidade do Rio de Janeiro, em 1965, para buscar um maior espaço no cenário musical. Inicialmente tinham a denominação de "Os Lords", mas como já existia uma banda com o mesmo nome e mais famosa, foram obrigados a mudá-lo para "Os Terríveis". O empresário do grupo era chamado Galindo. 

Ao chegar ao Rio de Janeiro, o grupo se apresentou nos programas de Rádio de José Messias e Célia Mara na Rádio Mauá e nos Programas de TV (Rio Hit Parade) no canal 13, chegando a acompanhar Roberto Carlos na música "É papo firme". Também tocaram no Programa de Jair de Taumaturgo.

 Os integrantes da Banda por ocasião da gravação do primeiro disco “Long Play”, chamado de “Hit Parade” selo SBA, eram: Heronildes Alves Ferreira, apelidado de "Nido Mau" (guitarra solo), Beto (baixo), Geo (sax), Nado (guitarra base) e Nando (bateria). 

Por ocasião da gravação do segundo disco, "Onda Jovem", selo SBA, saiu o guitarrista Nado e entrou o Milton, apelidado de "Zé Colmeia", na guitarra base. Este disco foi postado no blog SintoniaMusikal.

Na gravação do terceiro disco "Barra Limpa", Selo Parlophone, pela gravadora Odeon, incluído nesta postagem, saiu o saxofonista Geo, não tendo substituo. Marcos Fontenely, o "Nely", foi o guitarra base neste disco, substituindo o guitarrista Nilton.

O conjunto se dissolveu em 1968. O grupo gravou também um compacto duplo com músicas de natal, hoje raríssimo.
(Fonte: livro “O Rock and Roll – origem, mitos e o rock instrumental no Brasil e em outros países”, de Laércio Pacheco Martins, editora própria.)

O material desta postagem é diferente daquele apresentado na primeira postagem, tendo sido melhorado a qualidade do áudio e do material gráfico. 

No entanto, ainda não foi desta vez que pude apresentar a capa como gostaria, já que o disco que originou este material não tem capa e nem tampouco contracapa. Sendo assim fui obrigado a aproveitar o que tinha disponível. Podemos afirmar, que está bem melhor do que o anterior.

As músicas do disco são as seguintes: 

1. Georgy girl; 
2. Cia amore ciao; 
3. Eu não presto, mas eu te amo; 
4. I’m a believer; 
5. Sunny; 
6. Ma (he’s making eyes at me); 
7. No milk today; 8. Barra limpa; 
9. Penny lane; 
10. Faça alguma coisa pelo nosso amor; 
11. Quando dico che ti amo; 
12. A praça.



















Links:







domingo, 5 de março de 2017

WALDEMIRO LEMKE E SUA ORQUESTRA - (1973)

Hoje em nosso blog, homenageamos o músico, compositor e arranjador Waldemiro Lemke, o maestro campeão dos bailes de formatura, como era conhecido, que nasceu em 1924, na cidade de Joinville, Santa Catarina, numa família de músicos, onde ainda garoto, aprendeu a tocar violino.

Morou em Blumenau, Santa Catarina, onde conheceu a mulher, Ingeborg, e posteriormente em Santos, São Paulo. Nessa cidade, tocou num cassino da Ilha Porchat.

Quando se mudou para São Paulo, capital, Waldemiro assumiu o contrabaixo num grupo de jazz. Trabalhou nas TVs Paulista, Excelsior e Cultura, foi jurado num programa da rádio Nacional apresentado pela Hebe, e na sequência se tornou maestro.

Nos anos 1960 e 1970, formou a “Waldemiro Lemke Coral e Cordas”, uma orquestra de baile com mais de 30 integrantes que se apresentava nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

Brincava que era o campeão das formaturas. Mas quando elas foram tomadas pelas aparelhagens eletrônicas, a orquestra se desfez. A partir desse novo contexto foi trabalhar na gravadora Copacabana Discos, elaborando arranjos para os artistas como Jair Rodrigues, Chitãozinho & Chororó, Zezé Di Camargo & Luciano, entre outros.

Em seu último dia, já com sequelas de um AVC (acidente vascular cerebral), segurou a mão do filho, Taza, e fez que tocava piano nela. Ele morreu em 2010, aos 85 anos

O álbum desta postagem foi lançado no Brasil, pela gravadora Copacabana Discos, em 1973 e já foi postado anteriormente na internet. Peço desculpas por não citar o blog que postou, pois eu simplesmente não lembro mais de onde foi baixado. Em todo caso, procurei melhorar o material.

A seleção de do disco é composta por canções sucesso nas paradas dos anos 1970, que vai de Gilberto Reis a Elton John, sendo as seguintes:

1. Ring ring (Férias na praia);
2. Skyline pigeon;
3. Les papillons (As borboletas);
4. No silêncio do teu corpo;
5. Núpcias vermelhas;
6. Não tenho culpa de não gostar de você;
7. O homem de Nazareth;
8. Entre le ciel et la mer;
9. My love;
10. Bang-bang;
11. “A” comme amour (“A” de amor
12. Vendaval














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quarta-feira, 1 de março de 2017

OS CARBONOS - AS 12 MAIS DA JUVENTUDE - VOLUMES 1 e 2 - 1967

Atendendo ao amigo Nelson, estou postando em formato "2 em 1", os dois primeiros volumes do grupo Os Carbonos.

Essa banda brasileira foi formado, em São Paulo, no início da década de 1960, com a proposta de reproduzir fielmente os sucessos da época, o que atualmente nós chamamos de banda "cover".

Era integrado por três irmãos, sendo dois gêmeos, que eram sobrinhos dos "Trigêmios Vocalistas", conjunto musical dos anos 1960.

Inicialmente se apresentaram como "The Witchcraft", depois como "Os Quentes", com o qual lançaram um compacto simples pelo selo Mocambo / Rozenblit. Em 1966, por sugestão da gravadora Beverly, adotaram o nome "Os Carbonos", referência tanto à aparência semelhante dos irmãos, como à opção do conjunto por fazer versões idênticas de sucessos, e tiveram vários discos nessa linha.

Gravaram vários discos com a formação original e com a proposta de versões covers - "As 12 Mais da Juventude".

Ao longo da década de 1970, modificaram o nome diversas vezes, apresentando-se como "Andróides", "The Mackenzie Group", “Carbono 14" e "The Magnetic Sounds" neste último, gravou a série de discos "Super Erótica".

A formação original era composta por: Mário Bruno Carezzato (teclados); Umberto Carezzato Sobrinho (baixo); Raul Carezzato Sobrinho (vocal); Ricardo Fernandes de Morais (guitarra) e Antônio Carlos de Abreu (bateria).

Esta compilação do Blog LaPlayaMusic que apresentamos traz os dois primeiros álbuns do grupo, volumes 1 e 2, intitulado “As 12 Mais da Juventude”, que foi lançado pela gravadora Som, com o selo Beverly. Espero que apreciem esta raridade.

As musicas dos dois volumes são as seguintes:

Volume 1:
1. A praça;
2. Só vou gostar de quem gosta de mim;
3. Coração de papel;
4. Vem quente que estou fervendo;
5. Eu só quero ver;
6. Meu bem não me quer;
7. Olhando as estrelas;
8. Último trem;
9. Never, never;
10. With a girl like you;
11. Pensando nela;
12. Black is black.

Volume 2:
13. Eu daria minha vida;
14. Ciúme;
15. Alegria, alegria;
16. Maria, carnaval e cinzas;
17. Estou começando a chorar;
18. Uma dúzia de rosas;
19. The world goes on;
20. Poor side of town;
21. Anna (Go to him);
22. Whiter shade of pale;
23. When summer is gone;
24. Caramelo.




































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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

ENOCH LIGHT & THE LIGHT BRIGADE - LET IT BE - 1979

O maestro Enoch Light (1905-1978) foi líder de uma orquestra muito popular nos anos 1940 e 50, pelo seu estilo de percussão e um pioneiro no uso de novas tecnologias de áudio como o "ping-pong stereo”, que era a passagem de um canal para outro e nos anos 1960 e 70, a gravação em película de 35mm.

Depois desse sucesso, ele fundou a gravadora Command, que possibilitou realizar os seus próprios registros com flexibilidade para novas criações de arranjo e áudio, que utilizava todo o espectro sonoro dos equipamentos de som da época, ficando à frente dessa gravadora até 1965. 

Posteriormente 1965, a gravadora Command foi adquirida pela ABC Records, que por sua vez foi comprada pela MCA Records. Nesse período, Enoch Light continuou trabalhando como arranjador / maestro e chefe do selo “Project 3 Records”.

Nos anos 1970, mesmo gravando esporadicamente, a sua atividade artística diminuiu. Enoch Light faleceu em 31/07/1978, deixando uma obra extensa.

Fonte: Stephen Thomas Erlewine, All Music Guide.

Nesta postagem, apresentamos um raro disco, denominado "Let It Be", lançado em Vinyl, no Brasil, em 1979, pela gravadora Copacabana Discos, com o selo United Artists. Posteriormente, foi relançado em formato Compact Disc, pela gravadora RB Music.

As músicas que compões esta seleção são as seguintes:

1. Born free;
2. April in Portugal;
3. On a clear day;
4. On a slow boat to China;
5. Everybody's talkin';
6. The girl from Ipanema;
7. Let it be;
8. Michelle;
9. I'll never smile again;
10. Somebody loves me;
11. Cecilia;
12. Bridge over troubled water.

















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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

BILLY PAUL - BILLY PAUL 2 - 1974

Nesta postagem, apresentamos o segundo álbum lançado no Brasil, do cantor americano de soul music, Billy Paul, que ficou conhecido pelo single de 1973, Me And Mrs Jones, vencedor de um Grammy, que combina o soul music e funk, com traços de jazz, R&B e música pop.

O disco intitulado "Billy Paul - 2" foi lançado no Brasil em 1974, pela gravadora CBS, com o selo EPIC. O curioso é que esse disco é uma mistura de três álbuns que foram lançado nos USA, intitulados "Ebony Woman", de 1970, "Going East", de 1971 e "War of the God", de 1973.















Links:







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VEJA TAMBÉM  O ÁLBUM "BILLY PAUL - 360º DEGRESS OF"

(CLIQUE AQUI Para ver a postagem original)





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

LIZA MINELLI - THE SINGER - YOU'RE SO VAIN - 1973

Uma das canções que mais apreciei e ainda gosto muito dos anos 1970, é a música You’re so vain, da cantora Carly Simon. O álbum desta postagem, foi adquirido na época, justamente como consequência disso.

Trata-se do disco da atriz e cantora americana Liza Minelli, intitulado “The Singer”, que no Brasil foi incluído no título o nome da canção “The Singer - You’re So Vain”. Lançado em 1973, pela gravadora CBS, com o selo CBS e Harmony.

Para quem não a conhece, Liza May Minnelli nasceu na cidade de Los Angeles, EUA, em 12 de março de 1946. É filha do diretor de cinema Vicent Minelli e da famosa atriz Judy Garland. Se notabilizou no cinema com o filme “Cabaret”, onde atuava como a dançarina Sally Bowles, o que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz.

Liza Minnelli foi uma atriz precoce, participando no primeiro filme em 1949, chamado “In the Good Old Summertime”, aos quatorze meses de idade. Com dezesseis anos, Liza foi para Nova York, sua conta, para iniciar a carreira artística.

Em 1964, a mãe convidou-a para participarem juntas num espectáculo em Londres, que teve excelente repercussão. Foi nessa ocasião, que Liza conheceu o primeiro marido, o cantor e compositor australiano, Peter Allen, amigo de Judy Garland.

Aos 19 anos, Liza ganhou o prêmio Tony e em 1969, aos 23 anos, foi indicada ao primeiro Oscar, pelo papel de Pookie Adams, em “The Sterile Cuckoo”. Os anos 1970, foi um período de muito trabalho para Liza, atuando nos palcos, nos filmes e na música.

Em 1972, Liza Minnelli protagonizou um dos maiores sucessos da carreira, como Sally Bowles, no filme Cabaret, adaptação do musical homônimo. O longa metragemé também um dos maiores sucessos de bilheteria de Hollywood e projetou Liza como um dos maiores ícones do cinema mundial.

O talento como cantora foi reconhecido com a interpretação antológica da canção-tema homónima. Liza venceu o Oscar de melhor atriz pelo desempenho e o Globo de Ouro, de melhor atriz em comédia ou musical. Foi simultaneamente capa das revistas Time e Newsweek. Além de Cabaret, uma das interpretações mais conhecidas é New York, New York, do musical de mesmo nome.

Com o amigo Halston, era frequentadora assídua do Studio 54, o mais famoso clube noturno do mundo. Em 1974, participou como narradora do filme “Isto é o Espetáculo”, com Fred Astaire e Gene Kelly. Casou-se em 1974 com o produtor e diretor de televisão Jack Haley Jr, e em 1979, com o escultor Mark Gero. Mas, os dois casamentos acabaram em divórcio.

Após seu desempenho como o ator Dudley Moore, no longa-metragem “Arthur”, Minnelli fez poucas aparições no cinema. Em resumo, a partir dos anos 1980, a sua carreira se voltou para os palcos e para a música. Gravou com Frank Sinatra no álbum “Duets” e Sammy Davis Jr, Em seguida, juntou-se a eles para uma série de concertos e espetáculos na televisão, que tiveram ótima repercussão.

Em 1997, Liza sofreu uma cirurgia às cordas vocais, época em que começou a assistir a todos os filmes do pai adotivo. Isso a levou a estrear um espetáculo na Broadway,intitulado “Minelli on Minelli”.

Em 2002, casou-se com David Gest, promotor e produtor de televisão, mas em 2007, ocorreu oficialmente o divórcio, pois já estava separada desde 2003. Em 2006, gravou a canção Mama, em parceria com a banda My Chemical Romance.

O álbum “The Singer – You’re So Vain”, contém uma seleção com músicas de sucessos pop da época e são as seguintes:

TRACKS:
1. I believe in music;
2. Use-me;
3. I’d love you to want me;
4. Oh, baby, what would you say;
5. You’re so vain;
6. Where is the love;
7. The singer;
8. don’t let me be lonely tonight;
9. Dancing in the moonlight;
10. You are the sunshine of my life;
11. Baby don’t get hooked on me.





Capa (Front) - Versão USA - 1973





 ContraCapa (Back) - Versão USA - 1973




 Capa (Front) - Versão Argentina




ContraCapa (Back) - Versão Argentina




 Selo CBS (Label) - Versão Brasil - 1973




 Selo Harmony (Label) - Versão Brasil - 1973

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